Las vacunas, ¿están cubiertas en un seguro para mascotas?

España es uno de los países con mayor número de animales de compañía. Seis de cada diez hogares conviven con al menos una mascota. Esta realidad explica por qué la contratación de adeslas seguro perros o gatos es una tendencia alcista entre las nuevas generaciones.

Las zoonosis y otras amenazas víricas dificultan la convivencia entre seres humanos y mascotas. La vacunación de estos últimos es fundamental para garantizar su bienestar y preservar la salud pública, además de cumplir con la legislación de ciertas CCAA y de otros países (en caso de viajar al extranjero).

Respecto a los seguros específicos para mascotas, ¿cubren la vacunación integral o solo una parte? En general, las coberturas que reciben perros y gatos incluyen las consultas, las pruebas diagnósticas, los medicamentos o determinadas cirugías. Las vacunas, en cambio, suelen quedar excluidas, si bien depende de la póliza contratada.

En perros, las vacunas obligatorias comprenden la llamada trivalente, es decir, la preventiva del moquillo, la hepatitis infecciosa y la leptospirosis. En la tetravalente y la pentavalente, por su parte, se incorporan vacunas contra la parvovirosis canina y la parainfluenza.

A los felinos se les suministra la vacuna trivalente —que inmuniza contra la calicivirus felina, la rinotraqueítis y panleucopenia—, aunque no es obligatoria en ninguna CCAA. Por el contrario, la vacuna antirrábica es indispensable en la mayor parte del territorio nacional, máxime desde la entrada en vigor de la reciente Ley de Bienestar Animal.

Obligatorias o no, la vacunación desempeña un papel esencial en la prevención de virus y patógenos que afectan a las mascotas y reducen su esperanza de vida. Un pinchazo rápido, y el animal recibe anticuerpos que refuerzan su sistema inmunitario y le conceden mejores «armas» para combatir el temido parvovirus o la panleucopenia. No es exagerado afirmar que las vacunas marcan la diferencia entre una mascota sana y longeva y otra con escasas probabilidades de supervivencia.

O milagre de encontrar lugar sem perder a paciência no coração de Granada

Não sei em que momento exato comecei a considerar que estacionar no centro de Granada era uma espécie de desporto de risco, mas lembro-me da última vez que enfrentei essa missão com um carro alugado e uma mala a tombar na bagageira. A cidade, com a sua Alhambra no topo e aquele ar mourisco que se infiltra por cada ruela, tem uma beleza indiscutível. O que se discute, e muito, é como raios encontrar onde deixar o carro sem perder os nervos, o tempo e, por vezes, parte do orçamento da viagem. Os parques de estacionamento no centro de Granada são tão cobiçados que se sente que se ganhou algo importante quando se encontra um livre, mesmo que seja no quinto piso subterrâneo de algum edifício com rampas impossíveis.

A primeira vez que me aventurei sem um plano prévio, acabei a dar voltas pelo Realejo até que um residente amável — e stressado — me fez sinais para me avisar que estava prestes a entrar numa rua apenas para autorizados. Foi ele quem me explicou, a meio caminho entre a compaixão e o riso, que o centro histórico está cheio de zonas restritas, câmaras que multam sem aviso e sinais que parecem fazer parte de uma caça ao tesouro concebida pelo próprio Diabo. Desde então, aprendi que improvisar nunca é boa ideia quando se trata de se deslocar de carro por este labirinto urbano.

Há momentos em que se pensa ter encontrado o lugar perfeito junto à Plaza Nueva, mas logo se descobre que esse retângulo sonhado está reservado a cargas e descargas, ou que o parquímetro já não aceita moedas a partir de certa hora. E assim começa uma espiral de frustração que acaba numa ruela estreita, com os retrovisores colados a uma parede caiada e o coração a palpitar porque um carro em sentido contrário significaria ter de dar marcha atrás durante dois quarteirões. Depois de ter vivido essa experiência mais do que uma vez, compreendi a importância de conhecer os parques de estacionamento no centro de Granada e escolher um antes mesmo de carregar no acelerador.

Agora, quando sei que tenho de passar pelo centro — seja para um compromisso, uma refeição ou simplesmente para me deixar envolver pela cidade — reservo com antecedência num dos parques de estacionamento subterrâneos que oferecem tarifas por hora ou passes diários. O Parking San Agustín, por exemplo, já foi o meu salva-vidas muitas vezes. Está bem localizado, não muito longe da Catedral, e embora a entrada seja um pouco estreita, tem espaço suficiente e costuma haver disponibilidade. Outro que me resolveu a vida mais do que uma vez é o da Puerta Real, que me permite mover-me pela zona comercial sem ter de me preocupar com o relógio. As tarifas variam, mas se compararmos com o que custaria uma multa ou os litros de gasolina desperdiçados em voltas desnecessárias, o investimento é rapidamente compensado.

Tornei-me também um fiel utilizador de aplicações como ElParking ou Parkimeter, que permitem ver a disponibilidade em tempo real e reservar mesmo com horas de antecedência. O curioso é que muitos visitantes não sabem que estes sistemas existem e ainda chegam com a esperança de encontrar um lugar gratuito, como se estivéssemos numa vila costeira fora de época. Granada não perdoa a improvisação neste aspeto, e a diferença entre uma visita tranquila e um dia frustrante pode estar num clique feito a partir do telemóvel antes de sair de casa.

Outro truque que uso frequentemente é aceder pela autoestrada A-44 e entrar pela saída de Méndez Núñez, que me evita o trânsito mais denso e me aproxima de zonas onde sei que há opções de estacionamento. Se o centro estiver impossível — porque há obras, procissões ou algum evento cultural — desvio-me para o Camino de Ronda, deixo o carro num parque de estacionamento mais afastado e desloco-me de autocarro ou até a pé. Às vezes, demora-se o mesmo tempo do que a encontrar um lugar no meio da Gran Vía.

Não posso esquecer aquela vez em que, por um erro de leitura de um sinal, estacionei mesmo ao lado de uma zona de residentes. Não havia multa quando voltei, mas sim um pequeno papel manuscrito no para-brisas que dizia “Atenção, aqui multam sem piedade”. Foi um vizinho, sem dúvida. Agradeci esse gesto como se me tivesse salvado de uma catástrofe, porque no centro, qualquer distração se paga. Desde então, olho duas vezes, até três, antes de deixar o carro num lugar que me pareça suspeitamente livre. O que parece simples, às vezes é uma armadilha para turistas confiantes.

Com o tempo, desenvolvi uma espécie de sexto sentido para saber quando desistir e ir diretamente para um parque de estacionamento, quando dar mais uma volta e quando é melhor deixar o carro nos arredores e caminhar. Granada é muito mais agradável de desfrutar a pé. Isso não significa que eu renuncie ao carro, mas sim que aprendi que, para ganhar tempo e saúde mental, conhecer as opções de estacionamento e antecipar o caos é a melhor forma de se reconciliar com o centro sem perder a paciência na tentativa.

Instala un escudo robusto que garantice la seguridad de tu propiedad

Hay algo curioso en cómo reaccionamos ante lo que protege lo que es nuestro: nadie presume de sus cerraduras, pero todo el mundo respira mejor cuando están. Quien se plantea mejorar accesos en zonas industriales, viviendas aisladas o negocios sabe que la primera barrera importa tanto como la alarma que suena después. Por eso, cuando surge la necesidad de renovar o instalar soluciones como las puertas metálicas Vilagarcía, el foco ya no se pone solo en cerrar un hueco, sino en anticiparse al óxido, al viento, a los golpes y, por supuesto, a cualquier visitante no invitado que venga sin timbre ni educación.

Una puerta metálica puede parecer un elemento simple hasta que uno empieza a comparar materiales. El acero galvanizado suele ser el veterano fiable del sector: resistente, moldeable y preparado para que la corrosión lo tenga difícil. En zonas de costa, donde la brisa trae sal como si fuera souvenir diario, ese galvanizado marca la diferencia entre una puerta que envejece con dignidad y otra que se exfolia antes que una crema facial caducada. El aluminio, en cambio, se ha ganado terreno por su ligereza y su capacidad para adaptarse a automatismos sin sobrecargar motores ni bisagras. Y luego está el hierro forjado, que sobrevive en portales que no temen parecer señoriales aunque un día un vecino moderno quiera colgar luces solares.

Las necesidades de una nave industrial no tienen nada que ver con las de un chalet, aunque ambas compartan la idea de que nadie entre sin permiso. Las puertas se eligen en función del tránsito, del tamaño de los vehículos, de la estética permitida por la normativa local y del tipo de cierre. Los acabados lacados y los tratamientos anticorrosión permiten que la puerta no se convierta en el primer elemento en mostrar los años. Y, aunque parezca mentira, hasta hay quien valora que combine con la fachada para evitar que parezca una caja fuerte recién aterrizada en medio del jardín.

En ambientes costeros como los de Vilagarcía, la humedad juega a largo plazo. Los materiales que no se tratan con esmero se deforman, se cuartean o se convierten en esculturas involuntarias de óxido. Las puertas metálicas diseñadas para resistir este entorno se someten a tratamientos que sellan la superficie y evitan que el salitre se cuele donde no debe. Esto afecta tanto a la estructura principal como a los herrajes, las bisagras y los puntos de anclaje, que son precisamente los que deciden si una puerta dura una década o media.

La automatización ha dejado de ser un lujo reservado a mansiones o empresas con demasiada tecnología. Hoy se abre una puerta desde el móvil, desde un mando o con un teclado, y a veces ni siquiera hace falta tocar nada porque los sensores detectan el vehículo. Los motores actuales están preparados para accionar estructuras pesadas sin que parezcan levantar una persiana de hierro del siglo pasado. Y, por supuesto, un buen sistema de seguridad no se queda en abrir y cerrar, sino en controlar accesos, registrar movimientos y evitar que cualquiera se cuele fingiendo ser mensajero.

Las cerraduras de alta seguridad son otro capítulo que muchos infravaloran hasta que se llevan un susto. No todas las puertas metálicas traen el mismo sistema de cierre, y optar por cilindros antibumping, escudos protectores o cierres multipunto puede marcar la diferencia entre un intento frustrado y una historia que empieza con “cuando llegamos, ya no quedaba ni el felpudo”. La resistencia no está solo en la hoja de metal, sino en lo que la mantiene bloqueada cuando hace falta.

Hay quien teme que tanta protección acabe convirtiendo el acceso en una muralla sin encanto. La industria, sin embargo, ha aprendido que la seguridad también puede ser visualmente agradable. Existen diseños discretos, con líneas minimalistas que no gritan “aquí guardo oro”, y otros que apuestan por un aire más tradicional, reforzado pero sin estridencias. En los negocios, la puerta se convierte en parte de la imagen que se proyecta a los clientes, y en las viviendas particulares el equilibrio entre resistencia y estética ya no es una misión imposible.

Entre chalets, fincas, talleres o comercios, cada acceso tiene un contexto distinto. Algunas propiedades necesitan sistemas que permitan acceso peatonal y rodado en la misma estructura, mientras que otras priorizan puertas correderas para optimizar el espacio. La instalación profesional asegura que los raíles no se bloqueen, que las hojas no se descuadren y que el motor no se sobrecaliente intentando mover una pieza mal montada.

Vivimos en una época en la que se pide discreción, durabilidad y eficiencia a partes iguales. Una puerta metálica bien elegida es un filtro que separa lo que se cuida de lo que no se quiere dentro. Quienes confían en materiales adecuados, tratamientos anticorrosión fiables y sistemas de cierre modernos notan la diferencia cuando el tiempo pasa y todo sigue encajando. Elegir a la ligera puede salir caro, y no precisamente en pintura.

Da el siguiente paso en tu carrera con nosotros

Ferrol se mueve, y no solo por las mareas. Entre astilleros que despiertan temprano y barrios que no se rinden a la lluvia, el músculo del transporte urbano y metropolitano necesita gente al volante, literalmente. Conseguir el carnet autobús en Ferrol ya no es un proyecto lejano ni un trámite tedioso: es una puerta de entrada a un trabajo estable, útil y con margen para crecer. Lo dicen los datos de empleo y lo corroboran los pasillos de las cocheras, donde cada semana aparece una nueva vacante. La ciudad requiere conductores con temple y humor; lo primero para lidiar con las rotondas más creativas, lo segundo para que la jornada transcurra con la calma de quien sabe que un buen saludo puede reducir retrasos. Y ahí entramos nosotros, con una propuesta formativa que aúna rigor, apoyo constante y ese toque de realismo ferrolano que no se aprende en manuales.

A pie de calle, ser conductor o conductora de autobús significa conectar puntos en el mapa que a veces la vida separa: estudiantes que llegan a tiempo al examen, abuelos que no fallan su cita en el centro de salud, profesionales que enlazan turno y familia sin perder el aliento. El oficio vive una renovación generacional y, lejos de los tópicos, ofrece estabilidad, salarios competitivos y la sensación gratificante de que cada trayecto es un pequeño servicio público. Las empresas locales y comarcales buscan personal con el permiso D y el CAP en regla, y valoran especialmente a quien conoce las particularidades del terreno. No es lo mismo tomar una curva en A Malata un martes lluvioso que maniobrar en vías estrechas del centro un sábado a mediodía. Esa experiencia, bien guiada, se puede adquirir desde el primer día de formación, con prácticas diseñadas para imitar lo que te vas a encontrar sin maquillaje ni trucos de cámara.

El camino para obtener el permiso D tiene su lógica y su leyenda, pero no hay misterio que no ceda ante una metodología clara. La parte teórica aborda normativa de tráfico específica para vehículos pesados, seguridad activa y pasiva, atención al pasajero, tiempos de conducción y descanso, y protocolos ante incidencias. No es un examen de memorizar por memorizar: entendemos que hay diferencias sustanciales entre frenar en vacío y hacerlo con pasaje, entre una maniobra de garaje y un giro en cruce con visibilidad reducida. En paralelo, el CAP inicial da el marco profesional: conducción eficiente, prevención de riesgos, trato al usuario, emergencias. Sí, también hay psicofísico y reconocimiento médico, y los gestores te guían para que la burocracia parezca un carril BUS y no una travesía interminable. Y cuando llega la práctica, el volante, siempre democrático, saca lo mejor de cada aspirante: paciencia, coordinación y esa escucha del motor que te dice más que muchos manuales.

Hay una manera muy ferrolana de aprender a conducir un autobús: sobre asfalto real y con lluvia ligera de fondo, para que luego todo sepa a victoria. Nuestras rutas de práctica pasan por itinerarios urbanos e interurbanos, con horarios pensados para compatibilizar el curso con trabajo u otras responsabilidades. Un día pones a prueba la holgura del vehículo en una calle estrecha, al siguiente perfeccionas el arrime al bordillo para facilitar la accesibilidad, y siempre hay tiempo para pulir la suavidad al abrir y cerrar puertas, alinear los espejos, calibrar el espacio muerto y anticipar movimientos con la lectura de la vía. Nadie nace sabiendo dosificar el freno en bajada ni dominar un giro en U con pasaje, pero con feedback honesto y práctica consistente el avance se nota. Un clásico de aula dice que el embrague no muerde; lo corroboran quienes superan ese primer día de nervios y, al cabo de tres semanas, ya comentan cuánto consumen al gestionar mejor las marchas.

El factor humano pesa tanto como la técnica. Se enseña a gestionar horarios, a comunicar retrasos con profesionalidad, a mantener la calma cuando un usuario pregunta justo al cerrar puertas, a priorizar la seguridad sobre la impaciencia ajena. No faltan los trucos del oficio: planificar el abordaje en paradas con mucha demanda, evitar el serrucho al arrancar en pendiente, interpretar de reojo esa mirada del peatón que no sabe si cruzar, coordinarse con control en radios concurridos de las horas punta. Todo ello no para hacerte sufrir, sino para que el día del examen te parezca solo otra vuelta más, y el primer contrato sea la continuación natural de un entrenamiento bien pensado.

Formarte aquí tiene una ventaja evidente: conocer de primera mano el comportamiento de la ciudad. Ferrol es un laboratorio perfecto para futuros profesionales del transporte: cuestas suaves que se vuelven exigentes con lluvia, rotondas con tráfico compartido, calles con prioridad cambiantes, zonas escolares, tramos con viento lateral procedente de la ría, aparcamientos en doble fila que exigen previsión y diálogo con el entorno. Adaptar la técnica a ese contexto te da un plus que las empresas valoran, porque reduce incidentes y mejora la experiencia de viaje. Además, las convocatorias de empleo público y los procesos de selección privados piden cada vez más habilidades blandas, desde el trato empático hasta la resiliencia ante cambios de ruta, y eso también se entrena, con role plays y situaciones reales que quitan hierro a los imprevistos.

El aspecto laboral se abre como un abanico: servicios urbanos, líneas metropolitanas, discrecional, escolar, turismo de temporada, reforzados en eventos y, para quienes quieran seguir estudiando, progresión hacia funciones de formador, inspector o gestión de flota. La estabilidad se cimenta con contratos que cumplen y horarios que, bien negociados, permiten conciliar. No faltan incentivos por nocturnidad o fines de semana, y la conducción eficiente puede traducirse en bonificaciones internas. La demanda no es una moda; responde a jubilaciones, expansión de servicios y a una movilidad que apuesta por el transporte colectivo en ciudades medianas.

Quien cruza la puerta del centro suele venir con una mezcla de motivación y dudas razonables. ¿Seré capaz de maniobrar un vehículo así? ¿Y si suspendo? ¿Cómo compagino el curso con mis turnos? La respuesta, lejos del eslogan fácil, es un acompañamiento real: asesoría para la financiación, calendario flexible, clases de refuerzo, simulación de examen, contacto con empresas que buscan perfiles como el tuyo y una comunidad de alumnos que comparte avances y tropiezos sin solemnidad. Cuando toca celebrar, se celebra; cuando toca repetir una maniobra, se repite hasta que salga, sin dramas. Y en ese equilibrio, la confianza crece, que es al final el mejor combustible.

Hay decisiones que cambian el rumbo sin necesidad de grandes discursos: una visita al centro, una clase de prueba, una conversación con quienes hoy ya llevan rutas que ayer parecían imposibles. Si te interesa un oficio con propósito, con salida y con historias diarias que merecen ser contadas, aquí encontrarás un itinerario claro, un equipo que te mira a los ojos y un volante que, con práctica y buen humor, deja de imponer respeto para convertirse en herramienta de futuro.